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Transformação digital do Supply Chain – Case RD

A transformação digital é um acontecimento inegável em todas as esferas da vida. Quando o assunto é cadeia de abastecimento, então, está mais do que provado do quanto é imprescindível investir na utilização tecnológica.

Entretanto, mais do que otimizar tarefas, a transformação digital também propicia o desenvolvimento de pessoas e a criação de experiências diferenciadas. Então, parece que Supply Chain, mundo digital e jornada do cliente têm tudo a ver.

Sobre esse assunto, ninguém melhor para dizer do que o Diretor Executivo de Supply Chain, Erivelton Oliveira.

Para ele, entregar cada vez mais serviços da área de saúde para o cliente é o principal objetivo da implantação do Supply Chain. Isso vai além da venda de produtos farmacêuticos, mas está também no ideal de colocar o cliente como centro de todas as operações. Através, por exemplo, de plataformas digitais é possível oferecer produtos e serviços diferenciados que funcionam a partir da utilização orientada.

Assim, a jornada do cliente está embasada sob três aspectos: produto, preço e atendimento. Essa jornada, então, orienta a atuação do Supply Chain, a fim de que haja a alimentação devida do processo de procura e de oferta dos produtos e serviços, desde a compra até a chegada dos produtos nos CD’s.

Supply Chain x Operação

Muito da ideia do Supply Chain tem a ver com a coleta e análise de informações. Entretanto, o passo seguinte é fazer com que a transformação digital também direcione as ações operacionais de um empreendimento.

Apesar de ser o caminho natural esperado da implantação do Supply Chain, esse também é um grande desafio.

Então, como fazer com que a aplicação digital de Supply Chain se desenvolva no mundo operacional? Conforme Erivelton, a ideia é bastante prática. Trata-se da criação de mindset para a resolução de problemas. Tudo isso munido de ferramentas que tragam respostas para as questões.

Isso quer dizer que, é necessário que as ferramentas estejam disponíveis e acessíveis. À medida dos aparecimentos de acontecimentos variáveis, os colaboradores saberão exatamente o que e quando utilizar.

Uma das principais razões para a necessidade dessa integração é a consciência de que, embora seja a força motriz do sistema logístico, a transformação digital ainda precisa da aplicação da força humana de trabalho.

Então, para que tudo aconteça no mundo palpável da cadeia de suprimentos, é preciso sincronizar objetivos e ações.

Inclusive, especialmente o ramo farmacêutico sentiu de perto as urgências e a evolução do Supply Chain. Pois, foi nesse momento que se provou a eficiência da estratégia e os vislumbres para o futuro.

Na prática

Então, as ações práticas otimizaram a prática do Supply Chain da RD no cenário pandêmico. Entre as principais atitudes, estava a decisão de ignorar os algoritmos passados, já que os acontecimentos atuais em nada se pareciam com os históricos. Então, desenvolveu-se uma base nova, a partir das demandas atuais e direções científicas.

A partir de então, usando a previsibilidade construída com os novos algoritmos, viu-se a necessidade de utilização do S&OP. Então, com o olhar voltado para o cliente, uma descentralização trouxe muito crescimento. Então, processo colaborativo, mais orientação de demanda e demais ações pontuais, foi possível diminuir em mais de 40% a ruptura do empreendimento.

A Transformação Digital e o sistema de gerenciamento

No campo gerencial, o Supply Chain também precisa vencer desafios. Na verdade, são barreiras que já estão sendo removidas, por isso o sucesso da estratégia.

Então, além de coletar e organizar dados e ditar o cotidiano prático da operação, o Supply Chain e a transformação digital também precisam fazer sentido no mundo das decisões.

Por essa razão, faz sentido que todos níveis da cadeia estejam envolvidos no alcance do propósito final.

Para Erivelton, o segredo é integração. Ou seja, todos os níveis da cadeia de suprimentos devem estar igualmente envolvidos com o resultado. O que significa dizer que, desde o chão de loja até o sistema de gerenciamento, o ideal é mudar a cultura de envolvimento. Assim, quanto mais pertencente ao processo, mais comprometida será a colaboração.

Então, a liderança organizacional deve se envolver totalmente com o processo. Afinal, faz parte de seu objetivo direto garantir que a implantação do Supply Chain impacte positivamente na cadeia de abastecimento como um todo.

Por fim, a transformação digital do Supply Chain aponta para um futuro promissor e em constante movimento. Aliás, assim é com o resto do mundo. Para garantir, então, resultados constantes, é importante pautar decisões e direcionamentos com base em dados sólidos. É para isso, inclusive, que se tem a estratégia Supply Chain como foco da cadeia de abastecimento.

O assunto abordado aqui é objeto de conversa e de um case magnífico apresentado pelo nosso especialista de hoje, no Simpósio de Supply Chain Ciclo Academy.

Para saber mais sobre o assunto, basta entrar em contato com a gente!

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